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Setor de ferro e aço sugere incentivos para economia circular

por redação

Manifesto mostra a importância de impulsionar investimentos para a produção de novos produtos com maior uso de matérias-primas secundárias

Dia 18 de março é comemorado o Dia Global da Reciclagem. O evento mobiliza pessoas e organizações em todo o mundo, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a importância da reciclagem e as formas pelas quais podemos evitar o desperdício e preservar o meio ambiente.

O Brasil produz, conforme levantamento recentes, cerca de 166 mil toneladas de lixo por ano (de todos os tipos) e cada cidadão do país quase 1kg por dia. O grande dilema é como estimular a produção e o consumo de bens com menor impacto ambiental. Um dos setores que mais contribuem para a reciclagem de produtos em desuso, o segmento de ferro e aço, vem se empenhando para mostrar a importância do reaproveitamento de materiais em nossa sociedade.

O Instituto Nacional das Empresas de Ferro e Aço (Inesfa) lançou recentemente manifesto, com o apoio de outras sete entidades do segmento que representam a cadeia de reciclagem do setor, no qual destaca a necessidade de estimular a economia circular, especialmente por questões ambientais.

Embora praticamente 100% de todo o ferro e aço gerado pela cadeia produtiva seja reciclado, o setor sofre a falta de incentivos que permitam impulsionar os investimentos necessários ao incremento e fabricação de novos produtos com maior uso de matérias-primas secundárias.

É indispensável, conforme o manifesto das entidades, que as discussões sobre a futura estrutura do Sistema Tributário Brasileiro considerem a prática da reciclagem de insumos na atividade produtiva como apta a usufruir de incentivos fiscais, dada a sua relevância no desenvolvimento econômico e socioambiental do país.

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