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Fonte solar já gerou mais de 37 mil empregos no Brasil em 2020

por redação

Levantamento exclusivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) aponta que a fonte solar fotovoltaica foi responsável pela geração aos brasileiros de mais de 37 mil empregos nos primeiros cinco meses de 2020, mesmo com a queda da atividade econômica decorrente da pandemia da Covid-19.

Segundo a entidade, de janeiro a maio deste ano, o setor adicionou 1236,6 megawatts (MW) em capacidade instalada, o que representa um crescimento de 27,3% frente ao histórico consolidado até o final de 2019. Nestes cinco meses, foram atraídos novos investimentos privados ao Brasil de R$ 6 bilhões. Com isso, os empreendimentos fotovoltaicos já operacionais proporcionaram uma arrecadação agregada de mais de R$ 2 bilhões em tributos aos cofres públicos em 2020.

Somente em maio deste ano, o setor gerou de 7,2 mil empregos, trazendo R$ 1 bilhão em novos investimentos e a arrecadação de mais de R$ 424,5 milhões aos governos do País.

No acumulado desde 2012, a fonte já ultrapassou a marca de 5,7 gigawatts (GW) de potência operacional total, somando a geração centralizada e os sistemas de pequeno porte (geração distribuída). Com isso, a solar agregou mais de R$ 30 bilhões em investimentos ao Brasil, gerando 165 mil novos empregos no período.

Segundo o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, a energia solar se apresenta como uma alavanca poderosa para reaquecer a economia brasileira, como já fez no passado recente. “No Brasil, durante a crise dos anos de 2015 e 2016, o PIB foi de 3,8% e 3,6% negativos, respectivamente, uma verdadeira catástrofe econômica. Enquanto isso, o setor solar fotovoltaico estava movimentando o País em outra direção: cresceu mais de 100% ao ano e ajudou a reestruturar a economia brasileira mais rapidamente. Passada a fase mais aguda desta pandemia, o setor irá novamente alavancar a recuperação do Brasil”, comenta.

Para o CEO da ABSOLAR, Rodrigo Sauaia, com a fonte solar fotovoltaica, o Brasil tem a seu favor uma ferramenta estratégica em prol da competitividade e do desenvolvimento sustentável. “Além de ser limpa, renovável e cada vez mais competitiva, a solar alivia os gastos dos consumidores com eletricidade, protegendo-os de aumentos recorrentes nas tarifas. Com isso, fortalece a economia do País e acelera os setores produtivos brasileiros, do agronegócio ao comércio, dos serviços à indústria. E ainda ajuda na recomposição dos cofres públicos e no cumprimento das metas ambientais assumidas pelo Brasil internacionalmente”, conclui Sauaia.

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