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SMA apresenta ferramenta tecnológica para mitigação de carbono

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SMA - mitigação de carbonoCom atuação ativa no tema de mudanças climáticas, a Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo (SMA) promoveu o ciclo de palestras ‘Rumo a uma economia de baixo carbono: opções setoriais de redução de emissões’, com o objetivo de apresentar o Sistema de Registro Nacional de Emissões (SIRENE), uma ferramenta de gestão de informação com dados confiáveis para entender o perfil das emissões e adotar medidas de mitigação. O encontro foi realizado na sede da SMA, na quarta-feira, 11 de maio.

Na abertura, a secretária Patrícia Iglecias enfatizou as diversas atividades desenvolvidas pelo Estado de São Paulo para atingir os objetivos quanto às metas estabelecidas na COP21, realizada em dezembro, em Paris. “Temos iniciativas como o Protocolo Climático, o Programa Nascentes e o Programa de Regularização Ambiental. E estamos comprometidos em auxiliar o Brasil a obter os resultados esperados”, destacou.

O vice-presidente da Cetesb Nelson Bugalho falou do trabalho desenvolvido em parceria com a SMA para a implementação de projetos e programas para atender as metas estabelecidas na COP21. “A Cetesb operacionaliza o Proclima, é responsável pela atualização do inventário de emissões, além de promover programas de capacitação de gestores para tratar do tema mudanças climáticas”.

A primeira palestra teve como tema a “Contextualização: a COP de Paris e as possíveis iniciativas conjuntas com o Governo Federal”, apresentada pelo assessor de Mudanças Climáticas da SMA, Oswaldo Lucon. Ele citou o Protocolo Climático como uma das ações da SMA. A iniciativa é de adesão voluntária para estimular as empresas a reduzir emissões de gases de efeito estufa e adotar ações de adaptação às mudanças climáticas. Até o momento, 26 empresas já enviaram suas informações e 37 assinaram a pré-adesão.

Ferramenta de gestão

O SIRENE é um sistema computacional desenvolvido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que tem como objetivo principal disponibilizar os resultados do Inventário Nacional de Emissões Antrópicas por Fontes e Remoções por Sumidouros de Gases de Efeito Estufa não Controlados pelo Protocolo de Montreal, e também as informações relacionadas a outras iniciativas de contabilização de emissões, tais como as Estimativas Anuais de Emissões de Gases de Efeito Estufa e o inventário do Relatório de Atualização Bienal.

“O SIRENE disponibiliza dados confiáveis para compreender as emissões e permite que diferentes análises sejam feitas. Assim é possível conhecer as tendências das emissões e desenvolver ações para redução”, explicou Danielly Molleta, do MCTI, ao palestrar sobre o Sistema de Registro Nacional de Emissões: perfil e tendências das emissões nacionais.

A tecnologia também vai permitir abordar as opções de redução de emissões disponíveis, em uma perspectiva setorial que enfocará os potenciais e custos de implementação, assim como instrumentos de política pública hábeis a viabilizar a transição para uma economia de baixo carbono.

O ciclo de palestras contou também com apresentações sobre Opções de redução de emissões de GEE para o setor de transportes, industrial, energético e edificações.

Fonte: SMA

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