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Indústria defende desenvolvimento econômico e social sustentado

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Indústria defende reformas estruturais, simplificação tributária, abertura de novos mercados, investimentos em infraestrutura e inovação, além de controle de contas públicas como base para o crescimento sustentável

Os próximos governantes terão à frente grandes desafios para recolocar o Brasil na rota do desenvolvimento econômico e social sustentado. A cada ciclo eleitoral, a CNI – Confederação Nacional da Indústria, apresenta aos candidatos à Presidência uma série de medidas consideradas fundamentais para superar obstáculos ao crescimento da economia, estimular o amadurecimento institucional e melhorar a qualidade de vida da população.

Em 2018, a indústria organizou 43 propostas para o Brasil construir, nos próximos quatro anos, uma economia mais produtiva, inovadora e integrada ao mercado internacional. “O setor produtivo está fazendo a sua parte e as propostas servem de bússola para o longo caminho ainda a ser percorrido. A agenda de reformas deve ser o carro-chefe desse novo tempo. Mais do que nunca, é fundamental que os brasileiros escolham governantes que estejam verdadeiramente comprometidos com a retomada do desenvolvimento do país”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Os 43 documentos para o novo governo foram elaborados com base no Mapa Estratégico da Indústria 2018-2022. Os estudos traçam diagnósticos e sugerem ações em áreas como eficiência do estado, segurança jurídica, infraestrutura, tributação, educação, meio ambiente, inovação, financiamento e segurança pública.

As recomendações foram discutidas com os presidenciáveis durante o Diálogo da Indústria com os Candidatos à Presidência da República, que reuniu cerca de 2 mil líderes empresariais nesta quarta-feira (4), no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília. A CNI apresenta as propostas da indústria aos presidenciáveis desde a eleição de 1994.

Confira a relação de documentos: 

1 – Segurança Jurídica e Governança: as disfunções e a agenda
2 – Segurança Jurídica e Governança na Infraestrutura
3 – Segurança Pública, Cidadania e Competitividade
4 – O Brasil na OCDE: um caminho natural
5 – Educação e Competitividade: binômio inseparável
6 – Ensino de Engenharia: fortalecimento e modernização
7 – Financiamento para o Crescimento
8 – Saúde Suplementar: a necessidade de conter os custos
9 – Licenciamento Ambiental: propostas para a modernização
10 – Biodiversidade: as oportunidades do uso econômico e sustentável
11 – Mudanças Climáticas: estratégias para a indústria
12 – Economia Circular: o uso eficiente dos recursos
13 – Segurança Hídrica: novo risco para a competitividade
14 – Tributação: a agenda para modernizar e simplificar
15 – Tributação: a adaptação do Brasil às novas regras globais
16 – Relações de Trabalho: caminhos para continuar a avançar
17 – Modernização Previdenciária e da Segurança e Saúde no Trabalho: ações para avançar
18 – Privatizações na Infraestrutura: o que falta fazer?
19 – Sistema Portuário: avanços, problemas e agenda
20 – Transporte Marítimo de Contêineres e a Competitividade das Exportações
21 – Transporte Ferroviário: colocando a competitividade nos trilhos
22 – Saneamento Básico: uma agenda regulatória e institucional
23 – Grandes Obras Paradas: como enfrentar o problema?
24 – Energia Elétrica: custos e competitividade
25 – Insumos Energéticos: custos e competitividade
26 – Gás Natural: mercado e competitividade
27 – Térmicas na Base: a escolha inevitável
28 – Telecomunicações: modernização do marco institucional
29 – Inovação: agenda de políticas
30 – Indústria 4.0 e Digitalização da Economia
31 – Compras Governamentais e Desenvolvimento Tecnológico: a experiência internacional e propostas para o Brasil
32 – Propriedade Intelectual: uma agenda para o desenvolvimento industrial
33 – Governança do Comércio Exterior: aperfeiçoamento de instituições e competências
34 – Acordos Comerciais: as prioridades
35 – Barreiras Comerciais e aos Investimentos: ações para abrir mercados
36 – Investimentos Brasileiros no Exterior: superando os obstáculos
37 – Tributação sobre a Importação e Exportação de Serviços: mudar para uma indústria competitiva
38 – Defesa Comercial: agenda para um comércio justo
39 – Financiamento e Garantias às Exportações: mais eficácia no apoio ao exportador
40 – Tributação no Comércio Exterior: isonomia para a competitividade
41 – Facilitação e Desburocratização do Comércio Exterior Brasileiro
42 – Documentos Aduaneiros: comércio exterior sem amarras
43 – Política Industrial setorial: conceitos, critérios e importância

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