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Floricultura curitibana é referência no uso sustentável da água

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A Esalflores adotou diversas medidas de reaproveitamento para combater os desperdícios

A crescente preocupação com a escassez de recursos hídricos, e a necessidade cada vez mais frequente de racionamento em diversos municípios e estados brasileiros, tem motivado empresas e instituições a repensarem o uso da água. Cientes de que o segmento em que atuam é responsável pela utilização de um volume significativo de água, a Esalflores, floricultura e Garden Center situada no sul do país, investiu em soluções para reduzir o consumo e evitar o desperdício.

O principal método de uso consciente utilizado pela Esalflores é o reaproveitamento a partir da captação de água da chuva pelo telhado. “O sistema, que gera uma economia de 30% a 60%, funciona por meio de calhas que escoam a água das chuvas para tubos. Desses tubos, as águas passam por dois filtros, o primeiro um gradeamento, que retém a sujeira grossa, e depois por uma tela, que filtra a poeira. Em seguida, o conteúdo é despejado em uma cisterna com capacidade para 50 mil litros de água. A água não é potável, portanto é usada nos vasos sanitários, rega das plantas da e na limpeza da loja”, explica Bruno José Esperança, diretor da Esalflores.

Outra prática sustentável aplicada pela Esalflores foi a colocação de pisos drenantes. Os revestimentos absorvem a água e a escoam de volta para o solo, o que contribui com o ciclo natural dos fluídos na natureza, mantendo a permeabilidade do solo e ainda evitando enchentes. Além disso a floricultura também utiliza bandejas inteligentes que coletam a água e jardins verticais  com sistema de irrigação por gotejamento, que consiste em direcionar e distribuir a água somente na zona radicular da planta, com isso a eficiência é maior e o gasto menor.

Para o diretor geral da Esalflores, o investimento em preservação de água por parte das empresas é extremamente crucial, e deveria ser tratado como prioridade. “Além do benefício financeiro, com um consumo de água até 60% menor, é muito importante que as instituições compreendam a relevância de promover soluções sustentáveis que garantam futuro do planeta”, completa Esperança.

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