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Comitê Científico da FIMAI ECOMONDO enfatiza importância do diálogo e valorização da prevenção

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simaiAbrindo os trabalhos para 2016, os integrantes do Comitê Científico da FIMAI ECOMONDO dialogaram sobre os temas de maior relevância para o mercado ambiental atualmente

Os representantes do Comitê Científico da FIMAI ECOMONDO realizaram, no dia 9 de março, na sede da Fiesp – Federação das Industrias do Estado de São Paulo, em São Paulo, SP, a primeira reunião de 2016.

Na ocasião, estavam presentes: Maria José de Andrade Casimiro Miranda, representando Ligia Ferrari di Romagnano, do IPT – Instituto de Pesquisas Tecnológicas; Paulo Dallari, diretor do DMA da Fiesp; Carlos Silva Filho, presidente da Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais; Diógenes Del Bel, representando Carlos Fernandes, presidente da Abetre – Associação Brasileira das Empresas de Tratamento de Resíduos; Álvaro Almeida, da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas; Olavo Sachs, presidente da Aesabesp – Associação dos Engenheiros da Sabesp; Julio Tocalino Neto, presidente da FIMAI ECOMONDO/RMAI; Simone Castelli, diretor da ECOMONDO/Rimini Fiera; Leonardo Cesare, coordenador da FIMAI ECOMONDO pela Rimini Fiera; Sofia Jucon, jornalista da FIMAI ECOMONDO/RMAI; Luciano Coelho, do DMA da Fiesp; e Marco Cecchini, coordenador da ECOMONDO – Key Energy.

A reunião foi aberta com uma breve retrospectiva dos trabalhos em 2015 e apresentação dos novos membros, quando, mais uma vez, foram reforçados os objetivos do Comitê Científico e sua importância para o desenvolvimento da grade de programação do SIMAI – Seminário Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade.

Os membros do comitê ressaltaram a importância do diálogo e valorização da prevenção no setor ambiental. Ao abrir espaço para a apresentação dos macro temas do XVIII SIMAI, Dallari, da Fiesp, comentou a questão dos seguros ambientais e ressaltou ser um assunto de suma importância para debater no seminário, visto os últimos acontecimentos envolvendo o setor industrial, como os incêndios em Santos e Guarujá, ambos em São Paulo; e o rompimento da barragem, em Mariana, MG; e que o know-how da Itália poderia agregar muito valor ao assunto.

O assunto suscitou comentários por parte de Del Bel, da Abetre, apontando as dificuldades de ações por parte de diversos atores envolvidos, como a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, principalmente na parte de atendimento emergencial. E Sachs, da AESabesp, apontou que o cerne da questão está também na falta de diálogo e que a parte de prevenção e segurança em geral também está mal encaminhada no país.

Economia Ecoeficiente

Em vista do vasto universo de temas abordados no Simai, Carlos, da Abrelpe, para melhor organização do seminário sugeriu de reunirmos os macro temas em três grandes grupos por dia, para facilitar a participação das pessoas que são interessados em único assunto, bem como atender o objetivo principal da feira que é discutir negócios. Os presentes concordaram em dividir os temas em Resíduos, Água e Energia.

Com base nesse resultado, a programação 2016 do XVII SIMAI vai contar com temas que contemplam as seguintes áreas:

Energia

  • Energia Solar
  • Energia Eólica
  • Waste Energy
  • Cogeração de Energia
  • Retrofitting de iluminação no setor industrial
  • Programas de Gestão Energética

Resíduos

  • Planos de Gerenciamento de Resíduos Industriais
  • Inovação e novas metodologias/tecnologias para tratamento de resíduos
  • Controle de geração e destinação de resíduos
  • Logística Reversa
  • Gestão de Resíduos nas MPEs
  • Economia Circular no setor de Resíduos

Água

  • Programas de Redução de consumo
  • Pegada Hídrica na Indústria
  • Transferência tecnológica & Inovação
  • Planos de Contingencia e competitividade
  • Reaproveitamento de Efluentes
  • Tratamento de Águas Residuais

Para finalizar, Castelli, da Rimini Fiera, fez seus agradecimentos e comentou sobre o modelo bem-sucedido do Comitê Cientifico na Itália, que também conta com três encontros anuais e sua participação na evolução do mercado ambiental no país. “Os assuntos que devem ser tratados no Brasil são muito comuns na Itália e estão de acordo com o nosso objetivo principal que é falar de indústria/negócios e não só da teoria, ou seja, mostrar um novo modelo de economia”, declarou Castelli.

Com esta primeira reunião, os organizadores da FIMAI ECOMONDO objetivam que, com o apoio do Comitê Científico, seja feita a construção de conteúdos que ajudem a economia brasileira a ser mais ecoeficiente.

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